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Tejo Internacional: Captação em rocha dura — quando usar SEV em vez de ERT

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Tejo Internacional: Captação em rocha dura — quando usar SEV em vez de ERT

No contexto do Tejo Internacional e regiões de rocha dura, este artigo explica claramente quando usar SEV em vez de ERT. A decisão entre Sondagem Eléctrica Vertical (SEV) e Tomografia de Resistividade Elétrica (ERT) é crítica para projetos de captação de água subterrânea em distritos fronteiriços entre Portugal e Espanha.

O que significa SEV e ERT?

SEV refere-se a Sondagem Eléctrica Vertical, uma técnica 1D que determina variações de resistividade com profundidade. ERT significa Tomografia de Resistividade Elétrica, técnica 2D/3D para mapear variações laterais e verticais na resistividade do subsolo.

Por que focar no Tejo Internacional?

O Tejo Internacional apresenta geologias variadas — granito, xisto e metassedimentos fracturados — onde a presença de fraturas é determinante para a captação. Projetos em Portugal exigem estudos hidrogeológicos alinhados com a Diretiva-Quadro da Água da UE.

Qual é o objetivo deste guia?

Responder em formato FAQ a perguntas práticas: quando escolher SEV vs ERT, quais as limitações em rocha dura, e como integrar métodos geofísicos com sondagens e perfurações para captação eficiente.

Quando devo usar SEV em captação em rocha dura?

Quando a SEV é mais adequada que a ERT?

A SEV é indicada quando o objetivo principal é determinar profundidade da água e camadas resistivas em local com cobertura de solo limitada. Em rocha dura, onde lateralidade é reduzida ou quando o orçamento e tempo são restritos, SEV oferece resposta rápida e custo-efetiva.

Quais são as vantagens práticas da SEV?

  • Maior profundidade de investigação por ponto com equipamento compacto.
  • Rapidez de aquisição: ideal para mobilização rápida em 24-48 horas.
  • Menor sensibilidade a contacto parcial com o terreno em zonas pedregosas.

Quais as limitações da SEV em rocha fracturada?

SEV é uma técnica 1D e pode não captar variações laterais importantes, como linhas de fratura ou zonas conducentes estreitas. Em locais com fraturamento muito localizado, SEV pode subestimar a heterogeneidade que influencia a produção de um poço.

Quando devo usar ERT em captação em rocha dura?

Quando a ERT é a escolha preferível?

Use ERT quando existe necessidade de mapear zonas de fratura e heterogeneidade lateral que controlam a permeabilidade. ERT é a melhor opção para identificar corredores condutivos e falhas que orientam fluxos subterrâneos.

Quais são as vantagens práticas da ERT?

  • Imagem 2D/3D com resolução lateral que identifica fraturas e zonas de maior porosidade.
  • Melhor orientação de alinhamento de furos direcionais e zonas de maior rendimento.
  • Integração com perfis topográficos e dados geológicos para modelação detalhada.

Quais as limitações da ERT em rocha dura?

Em rocha muito resistiva com cobertura extremamente rala, o contacto do electrodo pode ser difícil, aumentando ruído. ERT exige mais tempo de instalação, logística e é mais dispendiosa que SEV.

Quais critérios técnicos devo considerar para escolher o método?

Que parâmetros geológicos influenciam a escolha?

Considere tipo de rocha (granito, xisto), presença de fraturas, espessura do solo, salinidade, e objectivos: estimativa de profundidade da água vs detecção de zonas fraturadas.

Que parâmetros de campanha geofísica são relevantes?

Para SEV: espaçamentos de electrodos e configuração (Schlumberger ou Wenner) determinam profundidade investigada. Para ERT: densidade de electródos, layout 2D/3D e resolução desejada influenciam tempo e custo.

Como o ruído cultural e condição do terreno afetam?

Linhas de alta tensão, infraestruturas metálicas e água salobra geram ruído. Em áreas agrícolas do Tejo Internacional, equipamento agrícola pode introduzir interferência; escolha horários e layouts adequados para minimizar impacto.

Como combinar SEV e ERT em campanhas de captação?

Qual é um fluxo de trabalho recomendado?

  1. Reconhecimento e mapeamento geológico no local.
  2. Campanha SEV rápida para identificar profundidade das zonas com condutividade diferente.
  3. Seleção de alvos e execução de ERT focada nas áreas com maior interesse para caracterização lateral.
  4. Perfuração orientada e testes de caudal.

Quais benefícios traz a abordagem integrada?

A combinação reduz incerteza e otimiza perfurações: SEV define profundidades prováveis enquanto ERT fornece imagem lateral para posicionar poços em zonas fraturadas com maior rendimento.

Exemplo prático no Tejo Internacional

Num projecto em Portugal, foi feita uma campanha SEV inicial que mostrou uma zona condutiva a 70 m. Posteriormente, ERT em sequência identificou um corredor fractureado paralelo ao rio, orientando a perfuração que resultou num caudal sustentável para irrigação local.

Quais são os passos práticos para executar uma captação em rocha dura?

Quais autorizações e regulamentação devo considerar?

Em Portugal e na UE, projetos de captação exigem conformidade com a Diretiva-Quadro da Água e licenças locais. Consulte autoridades municipais e documentação ambiental antes da campanha e da perfuração.

Como preparar o local para geofísica?

Faça levantamento topográfico, limpeza de faixa para ERT, e garanta acesso para equipamentos. Em rocha dura, prepare pontos de contacto elétrico ou use eletrodos de perfuração se necessário.

Que testes de follow-up são essenciais?

Após perfuração, realize ensaios de bombeamento, ensaios de recuperação e amostragem química. Integre estes dados com interpretações geofísicas para validar o potencial de exploração.

Que estudos de caso e exemplos europeus ajudam a decidir?

Casos em Portugal e Espanha

Na bacia do Tejo Internacional, estudos hidrogeológicos frequentemente combinam SEV e ERT. Em zonas de granito fracturado do interior de Portugal foram necessários ERTs de alta resolução para localizar fraturas produtivas.

Experiência em outros países da UE

Na Áustria e Alemanha, onde a heterogeneidade é vertical e lateral, ERT tem sido preferida para projetos de captação complexos. Em Bélgica e França, SEV foi suficiente quando a heterogeneidade era estratificada e a cobertura de solo mais espessa.

Quando vale a pena mobilizar GEOSEEK?

Para implementações rápidas e cobertura em toda a União Europeia, a GEOSEEK oferece mobilização em 24-48 horas, combinações de métodos, e relatórios hidrogeológicos que atendem requisitos de licenciamento e eficiência técnica.

Conclusão: quando usar SEV em vez de ERT no Tejo Internacional?

Resumo prático

Use SEV quando o objetivo é obter respostas rápidas sobre profundidade e estratificação em locais com orçamento e prazos restritos, quando a lateralidade for limitada ou quando o contacto elétrico é difícil. Use ERT quando for necessário mapear fraturas e heterogeneidade lateral para orientar perfurações de maior rendimento.

Próximos passos recomendados

Recomenda-se iniciar com um levantamento geológico e SEV para triagem. Se surgirem sinais de heterogeneidade lateral, programe uma campanha ERT localizada e depois perfure com base nas interpetações integradas.

Como a GEOSEEK pode ajudar

Se procura captação em rocha dura no Tejo Internacional ou noutros países da UE, a GEOSEEK disponibiliza equipas técnicas, mobilização rápida (24-48 horas), e serviços de SEV, ERT, sondagem e monitorização. Contacte-nos para um plano técnico personalizado e conformidade com a legislação portuguesa e europeia.

Palavras-chave: Tejo Internacional, captação em rocha dura, SEV, ERT, detectação de água, levantamento hidrogeólogico, perfuração, sondagem, resistividade elétrica, fraturas, UE, Portugal.

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